Dia 06 de janeiro: Epifania do Senhor

Reflexão sobre a Epifania do Senhor

A epifania é a manifestação da salvação de todos os que buscam, adoram e testemunham a Deus.

A palavra Epifania vem do grego “epifaneo”, que significa aparência, descoberta. E hoje nós celebramos uma epifania tríplice, uma aparição tríplice, uma revelação tripla do Salvador Jesus para o mundo.

  1. Depois que Jesus apareceu no Natal ao povo judeu, representado pelos pastores, por meio da fala e do canto dos anjos, hoje Jesus apareceu também aos gentios gentios, representados pelos Magos, por uma estrela brilhante, e por ele chamados à salvação.

  1. A segunda epifania que hoje celebramos é aquela em que Jesus com os nossos pecados sobre si (cf. Jo 1, 29), foi baptizado por João no Jordão e recebeu o testemunho de que é o Filho de Deus, da parte do Pai e do Espírito Santo (cf. Lc 3.22).

  1. E a terceira epifania que hoje celebramos é aquela em que Jesus manifesta a sua divindade em Caná, num casamento, transformando água em vinho (cf. Jo 2, 1-12), mostrando assim que pode transformar a nossa vida. em vidas cheias de graça, e que pode nos tirar de todos os problemas.

Portanto, todas essas três epifanias de nosso Senhor Jesus Cristo que celebramos hoje.

Mas, como cada uma dessas três epifanias contém um rico tesouro de ensino, a Igreja Católica decidiu que cada uma dessas três epifanias deveria ser celebrada e meditada separadamente.

Se fôssemos resumir o tesouro de ensino contido na perícope evangélica de hoje, o da aparição do Salvador Jesus às nações pagãs por meio dos Magos e seu chamado à salvação, poderíamos colocá-lo em três idéias simples. A epifania do Senhor é: 1. A festa dos buscadores de Deus. 2. A Festa dos Adoradores de Deus. 3. A Festa das Testemunhas de Deus.

A epifania é a manifestação de Cristo aos gentios, é a festa da fé oferecida a todo o mundo. Fé: uma luz maravilhosa que nos exige nas profundezas da alma e que nos faz avançar por um caminho paradoxal.

A primeira leitura canta esta luz: “Levanta-te, resplandece, Jerusalém, porque vem a tua luz e a glória do Senhor se eleva sobre ti. Eis que as trevas cobrirão a terra, e as densas trevas os povos; mas o Senhor se levantará sobre ti, e a sua glória se verá sobre ti. Os povos se voltarão para a sua luz. É sobre a luz misteriosa da fé, que põe em movimento as nações, os pagãos, aqueles que não foram chamados.

São Paulo maravilha-se com a revelação deste mistério, a revelação da generosidade divina que chama os pagãos a participar da mesma herança, a formar o mesmo corpo, a participar da mesma promessa feita ao povo eleito. Todos nós somos chamados a conhecer a Cristo, a andar na luz da fé.

A luz da fé é uma luz misteriosa: é uma estrela no céu, diz o evangelho, mas é uma estrela que indica um lugar preciso na terra. E quando alguém vê a estrela, enche-se de grande alegria. “Ao ver a estrela B diz o evangelho B, eles sentiram grande alegria”, porque responde a uma aspiração humana profunda. Sabemos que não fomos feitos para viver uma vida terrena: fomos feitos para ir para uma estrela. Não há alegria plena em nossos corações se nos deixamos penetrar por preocupações mesquinhas, se nossa vida é sufocada por perspectivas sem um ideal; a alegria está em nós quando surge a luz da estrela, a fé, e a reconhecemos ao mesmo tempo na nossa vocação, que é apontar para as alturas, ir para Deus.

Mas a luz da fé, que brilha nas alturas do céu, indica um lugar preciso na terra: uma casa, a casa onde o menino está com Maria, sua mãe. A fé não é um sonho que atravessa as nuvens, mas tem exigências concretas: exige que reconheçamos em Jesus, o homem como nós, o Filho de Deus encarnado, aquele que nos revela o Pai e nos revela o sentido da nossa. a vida, aquela que nos permite encontrar o Pai, além disso, viver a comunhão com ele.

A luz da fé, que brilha no céu, não nos dispensa de nos voltarmos para as pessoas da terra: os mágicos que viram a estrela irem indagar dos sumos sacerdotes e estudiosos. E sua resposta nas palavras da Bíblia testifica o plano de Deus. Mas, para compreender o sentido das palavras inspiradas, é necessária uma disponibilidade interior, que Herodes e os sacerdotes não têm. Quando buscamos apenas os nossos próprios interesses, fechamos a luz da fé: encontramos apenas caminhos terrenos que não conduzem à casa do Filho de Deus.

Se realmente queremos viver, devemos estar disponíveis, prontos para nos conduzir a metas que não nos trazem benefícios terrenos, mas alegria divina. Devemos escolher: se quisermos nos limitar à busca de nossos interesses, não encontraremos a estrela e nossa vida não encontrará as alegrias plenas.

O Senhor veio, Ele nos dá esta grande alegria, Ele nos dá a luz preciosa: sermos fiéis, sermos gratos, agradecendo a Ele pela fé que nos exalta acima de nós mesmos. E agradeçamos a ele não só por nos dar a luz da fé, mas também por seu corpo e seu sangue, para nos transformar e nos fazer viver cada vez mais em comunhão com ele.

 

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