4 mitos falsos sobre o colesterol

Você acha que sabe tudo sobre o colesterol porque leu e ouviu inúmeras notícias e materiais sobre o assunto? Bem, aqui estão alguns mitos muito comuns sobre o colesterol que os especialistas desmontam, explicando quais são os fatores de risco, quais alimentos aumentam o colesterol e por que o colesterol às vezes não é uma coisa ruim.

  1. Os ovos são o inimigo número 1

É verdade que os ovos contêm muito colesterol – mais de 200 mg, que é mais de dois terços da quantidade recomendada pelos médicos, que é o limite de 300 mg por dia. Mas o colesterol nos alimentos não é tão perigoso quanto se pensava anteriormente. Apenas parte do colesterol da dieta chega à corrente sanguínea e, se a ingestão de colesterol na dieta aumenta, o corpo compensa produzindo menos colesterol.

Claro, os excessos devem ser evitados, mas um ovo ou dois duas ou três vezes por semana não é um perigo. De fato, os ovos são uma excelente fonte de proteína e contêm gorduras insaturadas, as chamadas gorduras “boas”.

  1. As crianças não podem ter colesterol alto

A pesquisa mostrou que a aterosclerose (estreitamento das artérias, que leva a ataques cardíacos) pode ser desencadeada mesmo aos 8 anos de idade! A Academia Americana de Pediatria recomenda que as crianças com excesso de peso, pressão alta ou doença cardíaca em suas famílias sejam testadas para colesterol a partir dos dois anos de idade.

Crianças com colesterol alto devem manter uma dieta livre de gorduras saturadas e alimentos ricos em colesterol. Suplementos ricos em fibras, bem como muito exercício também são recomendados.

  1. Alimentos que dizem “Colesterol – 0 mg” são saudáveis

A porcentagem de colesterol nos rótulos refere-se ao colesterol puro contido naquele produto, mas esse não é o único ingrediente dos alimentos que pode causar aumento do colesterol na corrente sanguínea. Na verdade, é considerado o menos prejudicial. Um fator muito mais importante que contribui para o colesterol alto? Uma dieta rica em gordura.

As gorduras saturadas (encontradas em alimentos de origem animal: carnes, laticínios, preparados de carne) e as gorduras trans (de salgadinhos industrializados, salgadinhos e doces) têm um impacto muito maior sobre o chamado colesterol ruim, causador da aterosclerose, do que sobre o colesterol na comida.

Não perca também: Colesterol total. Lista completa de alimentos que reduzem o colesterol. Com que frequência você os consome?

  1. O colesterol é sempre ruim

Quando as pessoas ouvem “colesterol”, elas tendem a se alarmar imediatamente, mas a realidade é um pouco mais complicada. Níveis elevados de colesterol podem ser perigosos, mas o próprio colesterol é essencial para vários processos no corpo, desde a proteção das células nervosas no cérebro até o fortalecimento das membranas celulares.

O papel do colesterol nas doenças cardíacas é muitas vezes mal compreendido. O colesterol é transportado através da corrente sanguínea por duas lipoproteínas de alta densidade: LDL e HDL. O LDL, o chamado “colesterol ruim”, é responsável pela aterosclerose e não o colesterol real que o LDLil carrega pelo corpo.

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